quarta-feira, 11 de maio de 2011

Tipos de correspondências oficiais e empresariais


De maneira geral, existem três macro tipos de correspondências:
  • Particular – se dá entre indivíduos (amigos, familiares e pessoas do convívio social) e pode apresentar diversos graus de formalidade, desde um caráter íntimo até certo grau de formalismo;
  • Empresarial – é trocada entre empresas ou entre estas e pessoas físicas;
  • Oficial – acontece entre órgãos do serviço público ou entre os mesmos e a sociedade.
Com o objetivo de tornar este tipo de comunicação mais organizado e de fácil entendimento para todos os envolvidos, as correspondências oficiais e empresariais seguem determinados padrões de redação e formatação.

Para ajudar quem precisar lançar mão dessa ferramenta, faremos um apanhado geral dos tipos de correspondências oficiais e empresariais existentes e suas principais características.
Ata

A ata é um documento no qual deve constar um resumo por escrito, detalhando os fatos e as soluções a que chegaram as pessoas convocadas a participar de uma assembleia, sessão ou reunião. A expressão correta para a redação de uma ata é "lavrar a ata". Uma das principais funções da ata é historiar, traçar um painel cronológico da vida de uma empresa, associação ou instituição. Serve como documento para consulta posterior, tendo em alguns casos caráter obrigatório pela legislação.

Por tratar-se de um documento formal, a ata deve seguir algumas normas específicas de formatação:
  • Devido a ter como requisito não permitir que haja qualquer modificação posterior, o seu formato renuncia a quebras de linha eletivas, espaçamentos verticais e paragrafação, ocupando virtualmente todo o espaço disponível na página;
  • Números, valores, datas e outras expressões são sempre representados por extenso; 
  • Sem emprego de abreviaturas ou siglas; 
  • Sem emendas, rasuras ou uso de corretivo (quando a ata estiver sendo manuscrita e for necessária alguma correção, usar a expressão "digo" seguida do texto correto); 
  • Todos os verbos descritivos de ações da reunião usados no pretérito perfeito do indicativo (disse, declarou, decidiu…).

A estrutura básica para uma ata pode ser esta:
  • Título da reunião;
  • Cidade, dia, mês, ano, das h:min até h:min;
  • Local da reunião;
  • Introdução (Relatar sobre o título da reunião, local, data, hora e participantes);
  • Participantes da reunião (Nome completo do participante e especificar de qual instituição ele é);
  • Agenda (Relatar sobre a pauta da reunião, os temas a serem tratados e os respectivos responsáveis de cada tema);
  • Desenvolvimento (Descrever sobre os temas principais citados na reunião);
  • Conclusões (Descrever sobre as conclusões atingidas ao final da reunião e suas respectivas decisões);
  • Recomendações (Descrever recomendações e observações feitas no decorrer da reunião);
  • Distribuição (Relatar o nome de quem a ata será enviada).

A ata deverá ser assinada por todos os participantes.

Carta comercial

As cartas comerciais, além de diversos destinos, também têm função variada, como a de informar, solicitar ou persuadir. Podem ser cartas de solicitação de emprego, oferta de algum produto de sua empresa, reclamação quanto à má prestação de algum serviço, cobrança de algum débito, enfim, diversas situações que fazem parte do cotidiano empresarial.

Como em qualquer correspondência oficial, o conteúdo da carta deve ser adequadamente normalizado por parágrafos e redigido com clareza e concisão.

A sua estrutura geral é:
  • Cabeçalho ou timbre (Referência da empresa; logotipo, símbolo ou emblema. Em geral, já vêm impressos no papel da carta);
  • Número de controle (Facilita ao destinatário responder sua carta e mencionar a referência. É também uma maneira de garantir o controle da correspondência. A colocação à direita é um destaque que facilita a leitura.);
  • Local e Data (Por extenso. Quando o papel é timbrado, pode-se suprimir o local antes da data, uma vez que o endereçamento completo aparece no pé de página.);
  • Destinatário (Não se deve colocar À/Às ou Ilmos. Senhores antes do nome da empresa ou pessoa a quem a carta se destina. Não é necessário escrever endereço, caixa postal e CEP no papel carta, basta que esses dados apareçam no envelope.);
  • Referência (É o conteúdo da carta sintetizado, facilitando o registro para quem recebe. Não há necessidade de escrever Ref. ou REFERÊNCIA, pois a posição da frase na carta já indica esse elemento.);
  • Invocação ou vocativo (O emprego de palavras como prezado, estimado, caro, amigo deve ser de acordo com o tipo de carta. Pode se tratar de uma carta puramente comercial ou pode envolver também relações de amizade.);
  • Corpo da carta ou conteúdo (Deve estar disposto, geralmente, no centro do papel, em cerca de três parágrafos: a informação inicial, o desenvolvimento do tema e a conclusão. O assunto deve ser tratado em linguagem clara, objetiva e concisa. Deve-se evitar perda de tempo na introdução do assunto, como palavras e expressões desnecessárias.);
  • Saudação final, despedida ou fecho (Modernamente, evitam-se palavras rebuscadas e chavões. Expressões longas, que nada acrescentam de importante, caíram em desuso. Emprega-se Atenciosamente ou Cordialmente, dependendo das relações de negócios.);
  • Assinatura (Deve-se obedecer à seguinte ordem: primeiro, o nome do remetente; depois, seu cargo. Somente as letras iniciais devem ser maiúsculas. Não se deve colocar o título do emissor na frente de seu nome. Para indicar que se trata de médico advogado etc., basta que se coloque o registro do CRM ou da OAB, conforme o caso. Também não é necessário colocar o traço acima do nome datilografado, para a assinatura.);
  • Anexos (Parte destinada à enumeração de papéis ou de documentos que acompanha a carta.).
Circular

Quando, em sua empresa, você deseja dirigir-se a muitas pessoas ao mesmo tempo, para transmitir avisos, ordens ou instruções, deve optar por comunicar-se através de uma circular. Na verdade, a circular pode seguir o modelo de uma carta ou ofício, o que a caracteriza é conter um assunto de interesse geral. Muitas vezes, a circular é utilizada internamente nas empresas, com a finalidade de facilitar a comunicação entre diversas seções e departamentos.

Muitas empresas, hoje em dia, têm preferido não destacar a ementa (assunto). Assim, é preciso verificar o modelo adotado na sua empresa. A linguagem utilizada em uma circular deve ser simples e direta para não dar margem a outras interpretações. Todos devem entender claramente o que está escrito.

Estrutura:
  • Timbre da empresa;
  • Número da circular;
  • Data (por extenso);
  • Assunto;
  • Corpo da mensagem;
  • Identificação / Assinatura do emissor da circular.
Memorando

O memorando, estabelecendo uma comparação, é uma espécie de bilhete comercial de que as empresas ou órgãos oficiais se utilizam para estabelecer a correspondência interna entre seus setores e departamentos. Por ser um tipo de correspondência cotidiana, rápida e objetiva, o memorando segue uma forma fixa, sendo para isso utilizado um papel impresso.

Observe a estrutura de um memorando, atentando para a ausência de saudações e finalizações:
  • Timbre;
  • Número do memorando;
  • Data;
  • De (Órgão e/ou responsável);
  • Para (Órgão e/ou responsável);
  • Corpo do texto;
  • Assinatura.
Ofício

Ofício é a correspondência de caráter oficial, equivalente à carta comercial. É dirigido por um funcionário a outro, da mesma ou de outra categoria, bem como por uma repartição a uma pessoa ou instituição particular, ou, ainda, por instituição particular ou pessoa a uma repartição pública. Por tratar-se, sobretudo, de comunicação de caráter público, o ofício requer certo grau de formalidade.

A redação, tal como no caso da carta comercial, tem de ser breve e concisa

Declaração

A declaração é utilizada quando se quer atestar ou confirmar algum fato para garantir um direito a uma determinada pessoa.

Divide-se nas seguintes partes:
  • Timbre (Impresso como cabeçalho, contendo o nome do órgão ou empresa. Atualmente a maioria das empresas possui um impresso com logotipo. Nas declarações particulares usa-se papel sem timbre.);
  • Título (Deve-se colocá-lo no centro da folha, em caixa alta.);
  • Texto (Deve-se iniciá-lo a cerca de quatro linhas do título.). Dele deve constar: 
  • Identificação do emissor. Se houver vários emissores, é aconselhável escrever, para facilitar: os abaixo assinados; 
  • O verbo atestar/declarar deve aparecer no presente do indicativo, terceira pessoa do singular ou do plural; 
  • Finalidade do documento, em geral costuma-se usar o termo “para os devidos fins”, mas também se pode especificar: “para fins de trabalho”, “para fins escolares”, etc.
  • Nome e dados de identificação do interessado. Esse nome pode vir em caixa alta, para facilitar a visualização;
  • Citação do fato a ser atestado.
  • Local e data (Deve-se escrevê-los a cerca de três linhas do texto;
  • Assinatura (Assina-se a cerca de três linhas abaixo do local e data).

Memorando

O memorando, estabelecendo uma comparação, é uma espécie de bilhete comercial de que as empresas ou órgãos oficiais se utilizam para estabelecer a correspondência interna entre seus setores e departamentos. Por ser um tipo de correspondência cotidiana, rápida e objetiva, o memorando segue uma forma fixa, sendo para isso utilizado um papel impresso.

Observe a estrutura de um memorando, atentando para a ausência de saudações e finalizações:
  • Timbre;
  • Número do memorando;
  • Data;
  • De (Órgão e/ou responsável);
  • Para (Órgão e/ou responsável);
  • Corpo do texto;
  • Assinatura.

Ofício

Ofício é a correspondência de caráter oficial, equivalente à carta comercial. É dirigido por um funcionário a outro, da mesma ou de outra categoria, bem como por uma repartição a uma pessoa ou instituição particular, ou, ainda, por instituição particular ou pessoa a uma repartição pública. Por tratar-se, sobretudo, de comunicação de caráter público, o ofício requer certo grau de formalidade.

A redação, tal como no caso da carta comercial, tem de ser breve e concisa.
Procuração

Através da procuração uma pessoa (física ou jurídica) autoriza alguém a agir e realizar negócios em seu nome.

O indivíduo que concede a procuração é chamado de mandante, constituinte ou outorgante. Aquele que recebe a procuração é chamado de mandatário, procurador ou outorgado.

A procuração deve ser lavrada em papel ofício, iniciando o texto com identificação e qualificação do outorgante e do outorgado. Os poderes, a finalidade e o prazo de validade da procuração são expressos de forma precisa. Após o texto, a localidade, a data e a assinatura são expressas.

Há dois tipos de procuração:
  • Pública – aquela que é lavrada por tabelião em Livro de Notas. O translado (cópia autêntica do que consta no livro) fica em poder do procurador. É usada em casos de compra e venda de imóveis, em assuntos de maior peso.
  • Particular – aquela que é datilografada ou manuscrita, sem registro no Livro de Notas. Digamos que você não possa fazer sua matrícula na escola. Então, você poderá passar uma procuração particular para alguém de sua confiança que resolverá esse, e apenas esse, assunto para você.

Requerimento

Se você precisar se dirigir a uma autoridade para fazer um pedido para o qual necessite ter amparo na lei, deve fazê-lo através de um requerimento.

Serve para requerer ou pedir uma coisa específica à Administração ou aos organismos públicos. Os requerimentos recebem nomes diferentes, dependendo do organismo ao qual se dirigem:
  • Conhece-se pelo nome de "Memorial" quando é dirigido a uma autoridade máxima, como, por exemplo, o chefe do Estado ou o papa;
  • Chama-se "Exposição" quando se dirige ao Parlamento da nação ou a um órgão do Governo;
  • Chama-se "Pedido" ao requerimento utilizado para o resto dos casos. 

Em geral, podemos observar as seguintes partes:
  • A autoridade destinatária (usa-se Excelentíssimo "Exmo." para Juiz, Promotor, Senadores, Deputados, Vereadores, Presidente da República, Governador, Prefeito e Ministros de Estado; usa-se Ilustríssimo "Ilmo." para as demais autoridades);
  • Nome e qualificação do requerente;
  • Exposição e solicitação;
  • Pedido de deferimento;
  • Localidade e data;
  • Assinatura.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Interpretação de Texto

EXERCÍCIOS DE INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS

A ERA DO AUTOMÓVEL
(João do Rio, Vida vertiginosa)
E, subitamente, é a era do Automóvel. O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os escombros da cidade velha, e como nas mágicas e na natureza, aspérrima educadora, tudo transformou com aparências novas e novas aspirações. Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida, a cidade, toda estreita e toda de mau piso, eriçava o pedregulho contra o animal de lenda, que acabava de ser inventado em França. Só pelas ruas esguias dois pequenos e lamentáveis corredores tinham tido a ousadia de aparecer. Um, o primeiro, de Patrocínio, quando chegou, foi motivo de escandalosa atenção. Gente de guarda-chuva debaixo do braço parava estarrecida como se estivesse vendo um bicho de Marte ou um aparelho de morte imediata. Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora, rebentavam a máquina de encontro às árvores da rua da Passagem. O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga bulhenta, deitava tanta fumaça que, ao vê-lo passar, várias damas sufocavam. A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo de esnobismo, eram os precursores da era automobilística. Mas ninguém adivinhava essa era. Quem poderia pensar na influência futura do automóvel diante da máquina quebrada de Patrocínio? Quem imaginaria velocidades enormes na carriola dificultosa que o conde Guerra Duval cedia aos clubes infantis como um brinco idêntico aos balanços e aos pôneis mansos? Ninguém! absolutamente ninguém.
- Ah! Um automóvel, aquela máquina que cheira mal?
- Pois viajei nele.
- Infeliz.
Para que ele se firmasse foi necessária a transfiguração da cidade. E a transfiguração se fez:ruas arrasaram-se, avenidas surgiram, os impostos aduaneiros caíram, e triunfal e desabrido o automóvel entrou, arrastando desvairadamente uma catadupa de automóveis. Agora, nós vivemos positivamente nos momentos do automóvel, em que o chofer é rei, é soberano, é tirano.

1. “Para que ele se firmasse foi necessária a transfiguração da cidade”; a forma INADEQUADA da reescritura desse segmento do texto é:
A. Foi necessária a transfiguração da cidade para que ele se firmasse;
B. Para que ele se firmasse a transfiguração da cidade foi necessária;
C. A transfiguração da cidade foi necessária para que ele se firmasse;
D. Necessitou-se da transfiguração da cidade para que ele se firmasse;
E. Foi necessário, para que ele se firmasse, a transfiguração da cidade.

2. A frase que NÃO demonstra uma visão negativa do automóvel é:
A. “O monstro transformador irrompeu, bufando...”;
B. “...eriçava o pedregulho contra o animal de lenda”;
C. “parava estarrecida como se estivesse vendo um bicho de Marte”;
D. “rebentavam a máquina de encontro às árvores da Rua da Passagem”;
E. “aquela máquina que cheira mal?”.

3. “aspérrima educadora”; aqui temos uma forma erudita de superlativo do adjetivo “áspero”. O item abaixo que NÃO mostra uma forma superlativa é:
A. O automóvel é novo, novo, novo.
B. O automóvel é novo pra burro.
C. O automóvel foi bem rápido.
D. O automóvel é rapidão!
E. O automóvel teve novidades bastantes.

4. “O monstro transformador irrompeu, bufando, por entre os escombros da cidade velha”; “Oito dias depois, o jornalista e alguns amigos, acreditando voar com três quilômetros por hora”. Os gerúndios sublinhados transmitem, respectivamente, idéias de:
A. modo e tempo;
B. tempo e causa;
C. causa e condição;
D. condição e meio;
E. meio e modo.

5. “aparências novas e novas aspirações”; a posição do adjetivo nesse segmento altera o seu significado. O mesmo pode ocorrer em:
A. cidade velha e velha cidade;
B. ruas esguias e esguias ruas;
C. lamentáveis corredores e corredores lamentáveis;
D. escandalosa atenção e atenção escandalosa;
E. morte imediata e imediata morte.

6. “Quando os meus olhos se abriram para as agruras e também para os prazeres da vida” apresenta uma antítese, ou seja, a presença de palavras de sentido oposto. O mesmo ocorre em:
A. “O outro, tão lento e parado que mais parecia uma tartaruga”;
B. “e triunfal e desabrido o automóvel entrou”;
C. “o chofer é rei, é soberano, é tirano”;
D. “Ruas arrasaram-se, avenidas surgiram”;
E. “A imprensa, arauto do progresso, e a elegância, modelo do esnobismo”.

7. “guarda-chuva” faz o plural da mesma forma que:
A. guarda-pó;
B. guarda-civil;
C. guarda-noturno;
D. guarda-costas;
E. guarda-livros.


8. “rebentavam a máquina de encontro às árvores”; a forma dessa mesma frase que ALTERA o seu sentido original é:
A. de encontro às arvores rebentavam a máquina;
B. rebentavam a máquina ao encontro das árvores;
C. a máquina era rebentada de encontro às árvores;
D. de encontro às árvores a máquina era rebentada;
E. rebentavam, de encontro às árvores, a máquina.

9. Os dois automóveis são citados no primeiro parágrafo do texto para:
A. mostrar a diferença entre os automóveis antigos e os modernos;
B. indicar a presença marcante do automóvel desde seu aparecimento;
C. demonstrar que o automóvel triunfou graças à imprensa;
D. revelar a pouca expectativa de futuro para o automóvel;
E. destacar as mudanças provocadas por eles no cenário urbano.

10. O autor do texto cita que “os impostos aduaneiros caíram” para indicar que:
A. os automóveis passaram a custar mais barato;
B. as pessoas deixaram de viajar de navio;
C. muitos automóveis chegavam aos portos;
D. não se cobravam impostos sobre automóveis;
E. o Brasil aboliu os impostos alfandegários.


MENTIRAS NA INTERNET – Interpretação de Textos


1.      Que imagem cada um dos dois personagens quer criar de si no primeiro quadrinho? Que finalidade pretende alcançar com essa imagem?

 Para que a outra pessoa se interesse nele imaginando o ator, e para causar uma boa impressão já teclando.

2.      Que imagem cada um dos dois personagens quer criar de si no terceiro quadrinho? Qual sua finalidade neste caso?

Na verdadeira imagem, e resolveram ser sinceras um com o outro.

3.      Qual a importância das intenções e das expectativas de cada um dos interlocutores para a compreensão dos enunciados que trocam entre si? Explique.
A intenção foi impressionar mentindo ter características físicas que não eram deles, mas depois resolveram dizer a verdade, só que, depois que disseram a verdade mesmo assim ainda tiraram conclusões erradas.

4.      Os quadrinhos combinam várias linguagens para criar efeitos de sentido. Observe as imagens do texto acima - leve em conta cores e formas empregadas - e responda: que importância tem a simetria na construção da pequena história que nos e contada? Explique.

Eles estão num quarto fazendo as mesmas coisas, mentindo sobre suas imagens.

5.      Esses quadrinhos foram publicados no Folhateen, caderno semanal da Folha de S.Paulo dirigido aos adolescentes. Aponte elementos do texto que confirmem sua adequação a esse meio de circulação.

Eles querem transmitir aos jovens que por mais que percam seu tempo no computador  falando de modo geral, tudo que envolva comunicação entre eles e outras pessoas que seja de uma maneira sadia, e que mentir nem sempre é bom, porque eles querem transformar essas pessoas em cidadãos de caráter.


Entendi que fala sobre a qualidade de uma pessoa ou um profissional, e também fala um pouco do preconceito que as pessoas têm com as outras sem antes conhecê-las.

Auto Avaliação

Componente Curricular:
 Português instrumental


Profesora: Eliana Dias



Data: 05/04/2011



Aluno(a):     Rongerlison costa


Curso: Sistemas de Informação




Esta avaliação tem três objetivos fundamentais: a auto-avaliação, a negociação de posteriores atividades na sala de aula e a planificação individual do seu trabalho em autonomia. (Cada item devem ser discorridos em pelo menos 4 linhas).
1.    Você conseguiu realizar as tarefas designadas pela professora a partir dos conteúdos abordados na sala de aula?

Sim, e com muito proveito, porque o método de ensino me ajudou a desenvolver e a trabalhar com a ferramenta de internet que não conhecia através de atividades na sala de aula.

2.    Os conteúdos e atividades desenvolvidos  foram interessantes, motivadores e úteis?

Sim, foram aproveitados de forma muito útil para o conhecimento e visão sobre vários assuntos abordados que foram esclarecidos em sala de aula, ampliando o conhecimento de quem busca algo para sua vida profissional.   

3.    O que você aprendeu concretamente e o que é capaz de fazer como resultado dos temas abordados neste primeiro bimestre?

Na primeira aula assistimos um filme, em que fala sobre determinação, força, garra, o não fracasso, a insistência, disciplina, correr riscos, ser o mais forte, cooperação, ter coragem, ser seguro de si próprio, vencer os obstáculos tendo habilidade, confiança e esforço, e o filme mostra o que nós temos que enfrentar a cada dia em nossas vidas, por isso, temos que colocar mais ainda em prática o que assistimos em nossas para atingir o nossos objetivos, sempre na fé em Deus.  

4.    Se você encontrou alguma dificuldade para realizar as atividades solicitadas, relacione-as no espaço abaixo:


Nenhuma, todas a atividades conseguir realizar com muito
Êxito e entusiasmo.






5.    Como resultado desta avaliação, podemos decidir alguns aspectos que nos interessa trabalhar de forma especial. Marque aqui a área em que está especialmente interessado: 

Aspectos gramaticais   ( X )          Vocabulário            (  X  )    Técnicas de leitura     ( X )
Expressão Oral           ( X )       Expressão Escrita    (  X )    Outros?

Mereço a nota 9,0 , porque conseguir realizar todas as atividades que vimos em sala de aula, e também porque sou um aluno aplicado, venho todos os dias  e quero ampliar cada vez mais os meus conhecimentos para que no futuro eu seja um excelente profissional.